Fisioterapeutas

Nesta secção estão disponíveis recursos apenas para fisioterapeutas que visam reduzir o risco de transmissão individual e de propagação do vírus na população:

  • Informação sobre a doença;
  • Estratégias que poderão ser adotadas no sentido de minimizar os efeitos decorrentes do período de isolamento social.

De acordo com a posição da Associação Portuguesa de Fisioterapeutas (APFISIO) sobre a COVID-19 provocada pela infeção por coronavírus (SARS-CoV-2), sempre que possível recomenda-se a utilização de ferramentas que permitam a avaliação e a intervenção digital ou através do telefone.

FAQs orientadoras para os Fisioterapeutas: O Grupo de Interesse em Fisioterapia Cardiorrespiratória (GIFCR) preparou um conjunto de questões e respostas orientadoras para a prática dos fisioterapeutas.

Fisioterapia Respiratória em Pessoas com COVID-19: Documento que tem como objetivo guiar a intervenção dos Fisioterapeutas envolvidos no tratamento de pessoas com COVID-19 nas diferentes fases da doença  (atualizado 24 de março).

Informação COVID-19 para Fisioterapeutas: Este documento foi traduzido e adaptado para Português pelo GIFCR da APFISIO, a partir do documento produzido pelo Consejo General de Colegios de Fisioterapeutas de España, que autorizou a sua tradução, e com o apoio de material traduzido (pág. 10) pela Formaterapia.

Como Gerir a Dor Crónica (Em Quarentena)?

Uma proposta para os fisioterapeutas ajudarem os seus utentes a gerir a dor crónica em período de quarentena. Podem fazer o downlod do recurso em formato pdf e e em formato de apresentação PowerPoint.

Como poderá a Fisioterapia mitigar o impacto funcional do isolamento em casa de pessoas idosas?

O confinamento domiciliário é uma medida preventiva crítica para proteger as pessoas idosas da infeção pelo SARS-COV—2. Esta estratégia acarreta uma restrição das atividades diárias usuais, com consequente redução acentuada dos níveis de atividade física e aumento da adoção de comportamentos sedentárias.  Esta conjetura poderá conduzir a uma redução da mobilidade e capacidade funcional, com consequente risco acrescido de desenvolvimento de pré- fragilidade e fragilidade (particularmente em pessoas com idade ≥ 75 anos).

A Fisioterapia tem um importante contributo na mitigação do impacto funcional deste período, contribuindo para a manutenção da saúde, bem-estar e qualidade de vida das pessoas idosas em isolamento domiciliário (ou institucionalizadas).

Deixamos uma infografia que sumaria algumas das áreas-chave da intervenção da Fisioterapia no envelhecimento, para pessoas idosas saudáveis, neste período.  Estas são indicações gerais que não dispensam a avaliação e personalização do plano de intervenção por parte do fisioterapeuta assistente.

Formações online sobre COVID-19:

A International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies, o Australian Government Department of Health, a London School of Hygiene & Tropical Medicine e a Physiopedia disponibilizam formações online para os interessados, bastando para isso um registo nas respetivas plataformas. A European Respiratory Society e a Sociedade Portuguesa de Pneumologia disponibilizam também uma série de webinars sobre o tema.

Recursos na página da página da World Confederation for Physical Therapy (WCPT):

A WCPT compilou recursos que poderão ser interessantes para os fisioterapeutas que poderão consultar aqui.

Recursos na página da European Network of Physiotherapy in Higher Education (ENPHE):

A ENPHE disponibiliza vários recursos relacionados com a educação e com a prática em Fisioterapia que poderão ser consultados aqui.

Como utilizar um equipamento de proteção individual (EPI):

Poderá encontrar aqui uma apresentação da técnica correta a utilizar no manuseio (vestir e despir) de equipamento de proteção individual (EPI) elaborada em parceria com a Direção Geral da Saúde.

Intervenção à distância, tele-reabilitação, avaliação e intervenção digital: COVID-19

A necessidade de continuar a dar resposta aos utentes que necessitam de cuidados de Fisioterapia tem evidenciado a importância que esta forma de intervenção pode assumir na nossa profissão. O número de colegas que tem partilhado a sua experiência tem aumentado, o que mostra a capacidade dos fisioterapeutas de se adaptar a uma nova realidade.  No entanto, a urgência na implementação deste tipo de abordagens pode não ser boa conselheira. Antes da implementação deste tipo de abordagem, como de qualquer abordagem com que não estamos familiarizados, o ideal seria fazer um estudo aprofundado, procurando toda a informação disponível relevante e adquirir formação se necessário, não esquecendo as questões relativas à privacidade e consentimento do utente.

De acordo com a Chartered Society of Physiotherapy, a intervenção remota poderá ser apropriada para os fisioterapeutas que estão em isolamento social, para os utentes com sintomas ou com diagnóstico de COVID-19, para utentes em risco de infeção e para utentes preocupados com a prestação de cuidados presenciais. No entanto, este tipo de prestação de cuidados poderá não ser apropriado em utentes com necessidade de cuidados complexos, em utentes cuja informação clínica não está disponível, quando um exame físico detalhado é necessário ou quando a capacidade para fornecer o consentimento informado está limitada.

Nesse sentido, a Associação Canadiana de Fisioterapia recomenda que a decisão de oferecer este tipo de serviço seja informada e ponderada e propõe que os fisioterapeutas se questionem sobre os seguintes pontos:

  1. A intervenção à distância é apropriada para este utente?
  2. Tenho o treino e competências necessárias para providenciar serviços de fisioterapia remotos aos meus utentes?
  3. Estou a fornecer serviços de fisioterapia remotos informados pela evidência?
  4. O utente tem a tecnologia necessária para este tipo de intervenção?
  5. O utente necessita de suporte técnico, ou no domicílio, para facilitar a sessão?
  6. Qual é o objetivo geral para a avaliação/intervenção remota? Educação? Avaliação? Tratamento?
  7. Que plataforma permitirá que ofereça a mesma qualidade do que a abordagem presencial?
  8. O contexto do utente proporciona um ambiente seguro, protegido e confidencial?
  9. O meu ambiente é apropriado para este modelo de intervenção (Internet de alta velocidade, configuração confidencial, consentimento e plataforma compatível com requisitos legais, etc.)?
  10. Estou a seguir todas as normativas das estruturas que regulam a intervenção?

Fontes: Canadian Physiotherapy Association e Chartered Society of Physiotherapy

Medidas apresentadas no microsite Governamental ESTAMOS ON relativas ao Teletrabalho:

Nesta página podem encontrar várias soluções tecnológicas para Cidadãos, Empresas, Escolas e outras Organizações, que ajudarão a implementar rotinas de Teletrabalho neste período onde todo o contacto presencial deve ser reduzido ao indispensável. As medidas resultam de parcerias com algumas das principais empresas tecnológicas e operadores de telecomunicações, que se disponibilizaram para as oferecer durante este período e fazer a sua respetiva localização para Portugal.

Guia de autocuidado e bem-estar dos profissionais de saúde durante a pandemia:

A Ordem dos Psicólogos, com o apoio da DGS criou um documento de apoio aos profissionais de saúde durante a pandemia que pode ser descarregado aqui.

Orientações da DGS na Área da Alimentação:

Breve manual elaborado pelo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) da DGS com Orientações na área da Alimentação.

As Melhores Estratégias para a sua clínica perante o COVID-19:

Um ebook gratuito, elaborado pela fisioterapeuta, e gestora, Ana Gonçalves e que aborda temas como a comunicação com o cliente, a comunicação à equipa, a abertura da clínica nos tempos que vivemos e a análise financeira.

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